Inverno na Irlanda

Inverno Dublin, Irlanda – 2018 – Fonte: Acervo Pessoal

Pra quem está acostumado com as altas temperaturas do Brasil, o inverno na Europa pode ser um pouco difícil. Essa semana, o Met Eireann, serviço meteorológico da Irlanda, anunciou que teremos baixas temperaturas além do normal, podendo atingir até 7 graus negativos. Para quem nunca viu neve na vida, talvez essa seja uma ótima oportunidade para contemplar esse lindo fenômeno da natureza.

Durante o inverno da Irlanda as temperaturas podem ficar entre 4 e 6 graus, podendo ocorrer temperaturas abaixo de zero ocasionalmente, e neve não é assim tão comum. Porém, para o início de 2021 os meteorologistas estão prevendo que acontecerá um fenômeno que trará temperaturas baixíssimas e neve ou geada para a Irlanda.

O recorde de baixas temperaturas mais recente na Irlanda foi registrado no Condado de Kildare em 02 de janeiro de 1979 e atingiu 18.8 graus negativos. Antes disso a menor temperatura era de 19 graus negativos registrado em Sligo em 1881.

Inverno Limerick, Irlanda – 2019 – Fonte: Acervo Pessoal

Grande Tempestade de Neve na Irlanda em 2010 e 2018

Em novembro e dezembro de 2010 a Big Freeze trouxe temperaturas baixíssimas como 17 graus negativos no Condado de Mayo. Houve grande acumulação de neve por todo o país chegando a atingir 10cm a 25cm de altura.

Traffic cones stand in the Grand Canal in Dublin, the surface of which had frozen over in parts. – Fonte: https://www.dailyedge.ie/snow-ireland-2010-1813944-Dec2014/
A tunnel of snow covered trees on a secondary road at Hillborough, outside Newbridge in County Kildare – Fonte: https://www.dailyedge.ie/snow-ireland-2010-1813944-Dec2014/

A tempestade de neve em fevereiro/março de 2018 foi ainda pior, foi uma combinação das tempestades Besta do Leste e tempestade Emma. A acumulação de neve pelo país atingiu 30cm a 60cm de altura. Aeroporto de Dublin fechou para voos e as linhas aéreas Ryanair e Aer Lingus cancelaram todos os voos por medida de segurança.

Dublin – Fonte: https://www.irishmirror.ie/news/irish-news/irish-weather-nationwide-status-yellow-12212753

Dicas Para Se Aquecer no Inverno da Irlanda

Leggings com pelinho – As mais famosas são as vendidas na Penneys e são essenciais pro inverno. Por dentro tem um material tipo pelúcia, tem em várias cores, da pra usar ela sozinha ou por baixo da calça.

Bebida quentes – Chocolate quente, café e chá são ótimas opções pra aquecer o corpo. Não gosto de incentivar o consumo de álcool, porém, por experiência própria, uma taça de vinho me ajuda bastante a ter a sensação de que estou mais aquecida.

Aquecedor Portátil – Se você é da turma dos friorentos igual a mim, talvez seja interessante adquirir um o aquecedor portátil para ficar bem pertinho de você.

Cobertor Elétrico – Ter um cobertor elétrico no inverno eh necessidade básica. Voce liga uns minutos antes de dormir pra aquecer a cama.

Bolsa de Água Quente – Objeto antigo utilizado pelas vovós que é muito útil pra colocar debaixo das cobertas. Eu coloco na cama debaixo do edredom uns 20 minutos antes de ir pra cama. Quando vou dormir a cama esta quentinha, mas deixo a noite toda no meu pé.

Comida Irlandesa – Scones

Nesse friozinho do inverno tem coisa melhor que comer? Aliás, comer, dormir e ficar pertinho da lareira são minhas atividades preferidas durante o inverno aqui na Irlanda.

A maioria das perguntas que recebi em relação ao meu post Quarentena no interior da Irlanda – morando com uma família Irlandesa foi pedindo a receita do Scone que eu tanto comi durante a quarentena. Para quem não está familiarizado com a iguaria, o Scone é tipo um bolinho (alguns chamam de pão rápido) fofo e seco, não muito doce e que é ótimo pra acompanhar um cafezinho ou chá da tarde.

Não se sabe a quem pertence o crédito da criação do Scone e há diferentes histórias a respeito. Alguns acreditam que surgiu na Escócia em torno do ano de 1505. Acredita-se que o nome “scone” se refere a “Stone of Destiny” (pedra do Destino), localizado onde os reis da Escócia foram coroados. Outra versão seria que o scone vem da palavra holandesa “schoobrot” que significa pão bonito.

Sabe-se que lá pelos anos 1800, antes mesmo dos scones terem ganhado popularidade, Anna, a Duquesa de Bedford, ordenou que fossem servidos alguns doces no chá da tarde e os scones estavam na lista. Ela gostou tanto que pediu que scones fossem servidos em todas as tardes. Essa tradição continuou na Inglaterra como o famoso “Chá da Tarde” servido às 4:00 da tarde.

Receita Scones

Sem mais delongas, vamos ao que interessa. Essa receitinha é bem simples e rápida de fazer, leva uns 15 minutos pra preparar e 20 a 25 minutos pra assar. Você pode misturar na massa passas ou gotas de chocolate se quiser.

Ingredientes:

·      350g farinha de trigo

·      95g de margarina

·      3 colheres de sopa de açúcar refinado (caster sugar)

·      150ml leite

·      1 colher de chá de fermento (baking powder)

 

Preparo

1.     Pré-aqueça o forno a 180 graus

2.     Misture a farinha, o fermento e o açúcar

3.     Adicione a manteiga em cubos e misture com as pontas dos dedos ate virar uma farofa

4.     Acrescente o leite aos poucos mexendo com uma espátula ou colher

5.     Manipule a massa com as mãos ate que desgrude da panela. Faça uma bola com a massa.

6.     Polvilhe farinha em uma superfície, abra a massa com um rolo e corte a massa em pequenos discos com uma espessura de cerca de 2 centímetros (pode usar a boca de um copo.

7.     Coloque numa assadeira forrada com papel manteiga. Deixe um espaço entre os scones porque eles crescem bastante.

8.     Pincele o topo dos scones com leite

9.     Leve ao forno por 20 minutos ou ate que estejam douradinhos

10.  Coma ainda quentinho com manteiga ou geleia.

 

Se você fez e gostou, deixa um comentário pra mim!

Livros para Ler na Quarentena

Ter que ficar em casa durante a quarentena definitivamente mudou meus hábitos de leitura. Eu sempre gostei de ler diferentes tipos de textos, como artigos de jornal por exemplo, porque eles são curtos e concisos; eu consigo a informação que eu preciso imediatamente.

Porém, ler livros sempre foi uma grande dificuldade pra mim. Eu nunca fui fã de livros porque eu perco o interesse facilmente. Leva tempo pra entender a história, ao papel de cada personagem e etc. Ou talvez me falte paciência.

Tendo mais tempo disponível durante a quarentena, eu consegui relaxar a minha mente e foquei mais em ler livros ao invés de textos pequenos. Me dei conta que a leitura me leva a um estado de espírito onde eu me sinto repleta de paz e sinto que contribui para o meu autoconhecimento. Além do mais a leitura tem sido uma forma de autocuidado comigo mesma. É o meu tempo, é o momento meu comigo mesma.

Eu li 4 livros desde Março de 2020 e acredito que algumas pessoas dirão que não há nada de espetacular nisso, mas pra mim é uma grande conquista. Minha média era metade de um livro ou nenhum livro por ano.

Compartilho abaixo os livros que eu li. Infelizmente achei somente um na versão em português. Mas acredito que pra quem tem nível intermediário de inglês consiga lê-los sem grandes dificuldades.

Tuesdays with Morrie (A última grande lição)

Tuesdays with morrie livros pra ler na quarentena

Incrivelmente emocionante e conta a história de um professor (Morrie) vítima de esclerose lateral amiotrófica (uma enfermidade do sistema nervoso, incurável e fatal). Quando Mitch, seu antigo aluno da faculdade, descobre que seu mentor está morrendo ele passa a visitá-lo todas as semanas. É a chance de Morrie dar sua última lição: ensinar a viver.

Esse é um daqueles livros que todo mundo deveria ler na vida. Leitura fácil, me fez questionar a vida e como damos importância para coisas pequenas e esquecemos de ser humanos. Cada capítulo traz uma lição de vida, lições que provavelmente aprendemos em algum momento da nossa vida, porém esquecemos.

O livro foi transformado em filme, porem ainda não tive a oportunidade de assisti-lo.

Tell me the Truth About Loss

livro sobre lutos e como supera-los

Conta sobre luto e como é difícil voltar a viver após a perda de alguém. E fala também sobre outros tipos de luto em decorrência da perda de sonhos. Apesar da autora ser psicóloga, o livro tem como objetivo contar sua experiência pessoal apenas, e não serve como um trabalho acadêmico, ou um manual a ser seguido para cura do luto.

Ler esse livro foi uma terapia que me fez voltar nas minhas dores de um luto que ainda vivo. Me ajudou a entender e aceitar que é perfeitamente normal sentir a dor do luto e não tem limite de tempo ou melhor forma pra lidar com isso. Varia de pessoa pra pessoa, não tem fórmula mágica. Me fez refletir sobre outros lutos que passei como por exemplo não passar no concurso que eu mais queria na vida.

To School Through the Fields & Country Days

É um mergulhar na rotina do campo, na vida de um habitante da área rural da Irlanda. Tanto um livro quanto outro são divididos em pequenas histórias de momentos que ocorreram na infância da autora. Por isso, a leitura é fácil, prazerosa e interessante.

Organizando Tempo para Ler

Após o lockdown, voltei a minha rotina normal e tive que parar de ler, já não tinha mais o mesmo tempo disponível de antes. Porém, tendo em vista o quanto isso me faz bem, decidi que manter o hábito da leitura é ato de amor para comigo mesma.

Não quero estipular uma meta de tempo para terminar um livro ou uma meta de quantos livros por mês. Quero algo mais natural, sem pressão. E no dia que não puder ler porque tive outras coisas pra fazer, tudo bem também.

Então separei de 30 minutos a 1 hora por dia, mas ainda não defini se é melhor ler pela manhã ou à tarde ou o melhor lugar, quarto ou sala.

Alguém tem sugestões pra me ajudar a gerir meu tempo pra leitura?

My Restart in Ireland

“Do you need a bag?” It was the first question I got asked in English in Irish lands and I didn’t understand it. My English was not good enough at that time.

I asked, “can you repeat please?” I got the same question and I still didn’t understand it. I just answered “no”. This question was among thousands of other ones that I answered ‘yes’ or ‘no’ to without having a clue what the question was about. Always hoping my answer didn’t cause any more confusion.

I have had some challenges throughout my life and I’m very proud of myself for overcoming them. I’m proud of my achievements in my professional and personal life.

My Law degree definitely wasn’t easy, trying to balance work during the day, university in the evenings and courses on weekends. After graduation, it was gratifying to succeed in the OAB exam in order to be a qualified lawyer. There are typically more than one hundred thousand participants and only up to 25% succeed. My success in the exam was proof of not how intelligent I was but how persistent and perseverant I was.

Unimaginable Challenges

Restarting in Dublin was a brand-new challenge to me. When I decided to move to Dublin to improve my English, I wouldn’t have imagined it would have been my biggest challenge in life.  

The barriers of a different language at first were difficult and I found myself crying for numerous reasons that seemed so silly and unimaginable for some people. The difficulties to get a bus, to shop, to open a bank account, to go to the doctor and to be able to describe what I was feeling.

I could compare myself to a baby who is in pain, or hungry and doesn’t know how to translate those sentiments into words and they cry out instead. How could I do this as an adult? But I believe we get stronger when we really need to.

The funny part is I ended up asking people if they needed a bag since I had started working in a convenience shop.

Overcoming and Beyond

After succeeding in the IELTS exam results I embarked on a new challenge, my Masters in Digital Marketing. From this moment I have achieved so many things that I’m not just proud of myself, I’m grateful. Grateful to God, to my family, to my friends and even to the unfortunate moments that made me stronger and fiercer than ever.

And now I’m ready for more, more challenges, more work, more knowledge, more achievements.

“There is no magic to achievement, it is really about hard work, choices and persistence.” Michele Obama

Quarentena no interior da Irlanda – morando com uma família Irlandesa

Assim que cheguei na Irlanda meu primeiro endereço foi Dublin. Passados 7 meses aproveitando essa capital extraordinária, decidi me aventurar e ter novas experiências no interior. Me mudei para Limerick City que não foi bem o que eu imaginava de uma cidade do interior. Esperava vaquinhas e ovelhinhas por todo lado, mas encontrei trânsito, muita gente circulando, grandes lojas conhecidas, tais como Zara, H&M, Penneys, etc.

Em Limerick, trabalho num café no Crescent Shopping e devido às restrições causadas pela pandemia, o estabelecimento se viu forçado a fechar. Já que eu iria ficar em casa esperando o lockdown terminar, meu namorado, que é irlandês, me convidou pra passar alguns dias na casa dele, no condado de Laois (se pronuncia Lis, mas falando igual carioca: lixxx). Lá sim é interior e encontrei as vaquinhas e ovelhinhas que eu estava procurando. Esses “alguns dias” se tornaram em uma estadia de 3 meses, ou seja, toda a quarentena.

Foi 3 meses de descobertas, novos vocabulários, uma nova perspectiva sobre a vida no campo e tendo a oportunidade de estar no seio familiar irlandês. Mesmo pra mim, carioca da gema, acostumada com o fervor da cidade, me rendi aos encantos do interior da Irlanda (e também aos encantos do meu ruivinho irlandês).

Sotaque

Foi e ainda é um aprendizado entender os diferentes sotaques. Cada condado da Irlanda tem seu próprio sotaque. Em Limerick, por exemplo, existe uma melodia ao falar, é um quase cantar ao invés de falar. Já em Laois, a velocidade que eles falam, misturado com a pronúncia e gírias locais faz com que seja mais difícil de compreender o que eles estão falando. Não é impossível, com o tempo o cérebro se acostuma.

Vocabulário

Me diverti aprendendo novas palavras e expressões que não aprendi na escola de inglês. Minhas favoritas são Googies que significa ovos, Spuds que é o mesmo que batatas e telly (TV). Taking the piss (brincando, sacaneando alguém), giving out (dando bronca) e poor craytur ou poor thing (tadinho) são expressões básicas se você quiser soar um pouco mais irlandês.

Considero gaélico bem difícil, mas há duas palavras que precisei aprender, uma vez que foram faladas repetidas vezes durante a quarentena. Como o governo tinha que se pronunciar constantemente a respeito do Corona vírus e lockdown, eu sempre via nas notícias os nomes Taoiseach e Tánaiste, que significa primeiro-ministro e vice/substituto do primeiro-ministro respectivamente.

Leitura

Não sou uma leitora assídua e preciso confessar que raramente livros conseguem prender minha atenção. Porém, acredito que fui imbuída pelo espírito do campo e mergulhei nos livros da autora Alice Taylor, nascida e criada no condado de Cork. Em seus livros ela conta histórias de sua infância e compartilha costumes, cultura e tradições na Irlanda. Há inúmeros livros dessa autora, mas o livro To School Through the Fields tocou meu coração profundamente.

Notícias e Entretenimento

Enquanto no Brasil nos sentamos pra assistir o Jornal Nacional para ficarmos atualizados com os acontecimentos em nosso país, na Irlanda às 21h é o momento de todos acompanharem as principais notícias na Rte News.

Por ter acesso à TV local passei a me interessar mais pelos programas e séries irlandesas. Virei fã de Normal People, uma série que é possível assistir de graça utilizando o Aplicativo da Rte News. Se trata de um romance entre adolescentes que vivem no condado de Sligo e que depois se mudam para Dublin a fim de estudar na famosa Trinity College Dublin. Uma ótima oportunidade para praticar o listening com o sotaque e gírias irlandesas.

Outra sugestão é a série Young Offenders. A princípio a comédia irlandesa foi lançada como filme, mas em razão do sucesso, foi transformada em série. Além de ser muito engraçado é possível perceber as diferenças do sotaque de Cork.

Música

Há o hábito de se ouvir músicas tradicionais e/ou bandas e cantores irlandeses. Apesar de ter estranhado um pouco no início, acabei me acostumando e hoje em dia amo caminhar ouvindo algumas delas. Destaco alguns artistas e músicas que vale a pena ouvir: Hozier (The Parting Glass), Whistlin’ Donkeys (Isle of Hope, Isle of Tears e Beeswing), Danny O’Reilly (Heroes of Ghosts)

Verão

Acho que uma das coisas que mais me encantou no interior foi a preparação para o inverno, que se dá no verão. O verão é o momento de estocar comida para os animais, comprar madeira pra lareira e garantir a casa quentinha.

Tive a oportunidade de acompanhar todo o processo de colheita e estoque de silagem (silage). Silagem é um tipo de grama que é compactado, empacotado e estocado para alimentar os animais durante o inverno. Talvez isso seja normal pra alguém que viva na área rural do Brasil, mas pra mim foi uma experiência única. Não poderia deixar de tirar uma foto em cima de um rolinho de silage. 

Normalmente esses rolinhos são embalados com um plástico preto para serem estocados, porém, alguns fazendeiros optam pela embalagem rosa a fim de contribuir financeiramente para o Irish Cancer Society (www.cancer.ie). Essa instituição de caridade se dedica à prevenção, detecção, tratamento e apoio às pessoas com câncer.

https://www.independent.ie/business/farming/rural-life/irish-farmers-raise-thousands-for-cancer-charity-with-pink-bale-wrap-35315434.html

Há também a produção de turfa (turf), um material de origem vegetal, parcialmente decomposto que é encontrado em pântanos (bogs). Por ser inflamável é utilizado como combustível para aquecimento doméstico. É comercializado por grandes empresas ou por donos de terras pantanosas.

Quis ter a experiência de como é trabalhar com isso e passei umas duas horas ajudando a organizar os tijolinhos. É um trabalho árduo e além da experiência, adquiri uma terrível dor nas costas.

Refeições

Algo que eu não consegui me adaptar é o fato de que o almoço é apenas um lanchinho. Um sanduiche, uma fruta ou às vezes apenas um scone com geleia. Aliás, engordei uns quilinhos de tanto scone e apple tart que comi durante a quarentena. E por ser scone caseiro, impossível resistir quando sai do forno quentinho.

Já ouvi dizer que há alguns irlandeses que não são adeptos ao Irish breakfast, mas isso não se aplica a minha família. Bacon e linguiça são itens essenciais na geladeira e um domingo feliz é um domingo que se inicia com um prato assim.

A Irlanda é uma ilha repleta de diferentes cenários e experiências e sou muito grata por ter histórias como essa pra contar. Afinal, a vida é feita de experiências e conexões com momentos, lugares e pessoas. Ao aceitar o novo e ao se despir de pré-conceitos faz com que ocorra uma metamorfose dentro de nós, expandindo a nossa alma e mente.

Há uma frase que levo como lema pra minha vida:

Fill your life with experiences, not things. Have stories to tell, not stuff to show” (Unknown)

“Encha sua vida com experiências, não com coisas materiais. Tenha histórias pra contar, não coisas pra mostrar.” (Desconhecido)